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21 set 2015

Calor aumenta infestação de cupins; saiba como proteger sua casa

Os cupins não representam uma ameaça à saúde humana, mas podem colocar a saúde financeira em risco ao danificarem telhados e estruturas de madeira.

O problema fica ainda pior com o começo da primavera e os dias mais quentes, quando os insetos se proliferam. Nessa época, é comum ver “siriris” ou “aleluias” voando ao redor de lâmpadas. São machos em busca de novas colônias.

“Cupins são problema em qualquer cidade”, afirma João Justi, biólogo do Instituto Biológico do Estado de São Paulo. Na capital paulista, as espécies mais comuns são a Coptotermes gestroi, chamada de cupim subterrâneo, e a Cryptotermes brevis, conhecida como cupim de madeira seca.

Justi explica que a infestação desses insetos em árvores e edificações é grave por causa da natureza dos cupins: eles se escondem da luz, ficando sempre ocultos. Quando o dano se torna perceptível, é porque já atingiu um nível alarmante.

Os cupins não fazem distinção entre construções novas ou antigas. “Casas com um ou dois anos têm a mesma chance de serem infestadas do que as mais velhas”, conta Justi.

Algo que facilita a aproximação desses insetos é o costume de se enterrar restos de madeira e papel durante a construção de uma edificação. “Esse material pode servir de alimento para cupins, o que facilita a infestação do prédio”, alerta o biólogo.

COMO SE PROTEGER

“Uma dica bacana é sempre usar madeira tratada e optar pelos tipos mais resistentes”, conta a designer de interiores Natália Meyer, que também recomenda a instalação de telas nas janelas.

Outra orientação é vistoriar o ambiente em busca de sinais da presença desses insetos, como: acúmulo de fezes, que são grânulos brancos ou escuros, pequenos túneis construídos em locais úmidos e longe da luz e danos em partes escondidas do mobiliário ou da estrutura das construções, como armários embutidos e telhado.

Se os sinais apontarem para infestação de cupins, o Instituto Biológico realiza a identificação da espécie (serviço que custa R$ 45), elabora laudos de infestação e indica o tratamento necessário, a ser feito por empresas especializadas. O valor do laudo de infestação depende do tamanho da área vistoriada.

As amostras de insetos devem ser encaminhadas para o Laboratório de Triagem Vegetal da instituição, na av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1.252, Vila Mariana.

Fonte: Folha de São Paulo

08 Maio 2015

Só vacina poderá controlar a dengue, diz secretário de Saúde de SP

Em meio a uma das maiores epidemias de dengue já registradas em São Paulo, o secretário de Estado da Saúde, o infectologista David Uip, nega falhas na prevenção e diz que o controle da doença só ocorrerá quando o país tiver uma vacina.

Segundo Uip, após um período de pico, o Estado vive a primeira redução no número de casos. Dados que serão divulgados nesta sexta (8) apontam 31.053 confirmações da doença em abril, uma queda de 74% em relação a março, quando houve 119.052.

Do início do ano até agora, são 261.453 confirmações da doença, de acordo com a pasta -já o Ministério da Saúde aponta, até o dia 18 de abril, 402 mil notificações (quando os casos, embora sem exames, são classificados por critérios clínico-epidemiológicos) e 169 mortes. Leia trechos da entrevista.

Folha – O que pode explicar essa primeira queda nos casos?

David Uip – O clima, que realmente mudou, e ações mais fortes dos municípios. Também começamos a ter um esgotamento da epidemia nas cidades pequenas, porque a população acaba ficando imune, um raciocínio que não serve para cidades médias e grandes.

Existe o risco de nova alta?

Vemos que os casos vêm caindo onde a epidemia foi mais prevalente, como Catanduva e Sorocaba. E onde ainda temos problemas é em São Paulo, na Baixada, que ainda deve atingir o pico, e Vale do Paraíba e da Ribeira. São pontos mais críticos.

Por que as cidades paulistas foram tão atingidas neste ano?

A pandemia dos últimos anos poupou São Paulo. O mosquito entrou para valer no Estado de cinco anos para cá. O vírus que mais está circulando é o tipo 1, ao qual boa parte da população nunca havia sido exposta. Para controlar uma epidemia, dois fatores são fundamentais: vacina e tratamento do agente causador. No caso da dengue, não se tem vacina nem remédio para tratar o vírus, que fica no sangue por mais tempo. Com isso, o mosquito tem mais chance de ser contaminado, para depois infectar o ser humano. Dependemos de política pública e envolvimento da população.

Podemos dizer que dengue é uma doença negligenciada, já que não tem medicamentos?

O país tem muitas doenças negligenciadas. E talvez nós tenhamos perdido a oportunidade de erradicar a dengue. Faltaram recursos, isso eu ouvi do Adib Jatene [ex-ministro da Saúde que morreu em 2014] muitos anos atrás. Hoje, para erradicar, é muito difícil, atinge 70 países.

Caso a Anvisa acelere a pesquisa da vacina em testes do Butantan, isso pode ter resultados já neste ano no Estado?

Agora, não. Na melhor das hipóteses, em 2016.

Houve falha na prevenção?

Os municípios trabalharam muito. Mas às vezes você faz tudo que pode e não é suficiente. Tivemos uma reunião sobre isso. Temos que avaliar o que está acontecendo e ter propostas para melhorar. Não dá para ficar satisfeito quando se tem epidemia e mortes. Muitas vezes não é questão de deixar de fazer, é não conseguir. Uma coisa é informar, outra é mudar hábitos.

Em novembro, o senhor disse que era preciso menos preocupação com ebola e mais com dengue. O Estado já sabia do risco de epidemia?

Naquela época, chamei todos os prefeitos e secretários de Saúde para alertar sobre essa possibilidade.

É possível controlar a dengue?

Não. O controle da dengue só virá com vacina.

Fonte: Folha de São Paulo

08 Maio 2015

Secretaria municipal afirma que São Paulo vive epidemia de dengue

Taxa de incidência chegou a 340,1 casos por 100 mil habitantes.
‘Na média, município está numa situação epidêmica’, diz secretário.

A Prefeitura de São Paulo diz ter registrado 38.927 casos confirmados de dengue nas 16 primeiras semanas do ano. O número é 2,7 vezes maior que o mesmo período de 2014, quando a cidade computou 14.219 casos. Até agora, a Secretaria Municipal da Saúde confirmou oito mortes decorrentes da doença. Outros 25 óbitos são investigados.

Com os 38.927 casos registrados, a taxa de incidência chegou a 340,1 casos por 100 mil habitantes, patamar considerado epidêmico. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é considerada epidemia quando os casos passam de 300 por 100 mil.

“Na média, o município está em uma situação epidêmica”, afirmou o secretário-adjunto de Saúde, Paulo Puccini.

Ele, porém, ressaltou que não há motivo para pânico. “A média é uma medida burra quando eu tenho distribuições irregulares, diferenças muito grandes no município”, afirmou. Para o secretário, bairros com altíssimas taxas de incidência, como Pari (1.482,5 casos por 100 mil habitantes) e Brasilândia (1.879,9) puxaram a média para cima.

Dos 96 distritos da cidade, 31 enfrentam epidemia da doença, sendo a maioria na Zona Norte (38,7%).

O bairro com mais casos é Brasilândia, que registrou 5.076. Também estão em situação de epidemia Pari, Raposo Tavares, Pirituba, Freguesia do Ó, Jaraguá, Cidade Ademar, Cachoeirinha, Rio Pequeno, Perus, Limão, Parque do Carmo, Casa Verde, Pedreira, Vila Maria, Itaquera, Jardim Ângela, São Miguel, Ermelino Matarazzo, Mooca, Penha, Aricanduva, Jabaquara, Vila Medeiros, Vila Prudente, Jaçanã, Capão Redondo, Cangaíba, Bom Retiro, Vila Formosa e Lapa.

Segundo o secretário-adjunto, apesar do elevado número de casos, a tendência é de estabilização. Ele apontou a constante queda nos registros entre a 12ª semana do ano (quando foram notificados 5.953) e a 14ª (4.277). “Estabilizamos os o processo de crescimento da dengue.”

Mortes
Até agora a capital registrou oito mortes causadas pela doença neste ano. A primeira ocorreu em 26 de janeiro: uma mulher de 84 anos que morava em Brasilândia. Ela era hipertensa.

O segundo óbito ocorreu em 9 de março, no Jardim Ângela. A vítima foi um menino de 11 anos que sofria de aplasia medular e anemia. Em 10 de março morreu um homem de 52 anos, morador da Vila Medeiros, que era hipertenso e fumante. A quarta morte ocorreu em 18 de março, no bairro Lajeado: uma jovem de 27 anos  que não tinha nenhuma doença preexistente.

A quinta vítima foi uma idosa de 92 anos que vivia no Jaraguá. Sua morte ocorreu em 24 de março. No dia 31 de março, uma mulher de 41 anos, que morava no Grajaú, foi vítima da dengue. Ela não tinha outras doenças.

Em 7 de abril, uma jovem moradora de Cidade Líder de 25 anos, também fora do grupo de risco, morreu. Segundo o secretário-adjunto, a vítima demorou para procurar ajuda. “Os dez primeiros dias da dengue são os mais críticos”, afirmou. A última vítima foi uma mulher de 64 anos, moradora de Cangaíba, que havia sofrido um derrame cerebral e que tinha crises convulsivas.

Exército
Um grupo de 50 homens do Exército passou a integrar equipes de combate à dengue em São Paulo no fim de abril. Os soldados iniciaram os trabalhos no bairro do Limão, na Zona Norte.

Eles fazem duplas com agentes de saúde de manhã e à tarde para facilitar a entrada das equipes em imóveis que podem ter focos do mosquito transmissor da doença.

A Prefeitura pediu apoio do Exército porque uma das dificuldades que os agentes de saúde encontram nas ruas é a resistência dos moradores. Na capital, de cada dez casas visitadas, em duas os agentes não recebem autorização para entrar.

Por enquanto, todos os homens do Exército vão trabalhar na Zona Norte que é a região em situação mais crítica.

Fonte: G1

20 mar 2015

Motivos da epidemia de dengue ainda não estão claros, afirma especialista

Um dos principais estudiosos sobre dengue do país, o pesquisador Ricardo Lourenço, do Instituto Oswaldo Cruz, avalia que não há ainda nenhum dado ou pesquisa que mostre relação entre a crise hídrica e o avanço da doença.

Pós-doutor em entomologia (estudo de insetos) pelo Institut Pasteur, de Paris, Lourenço é otimista em relação ao surgimento de uma vacina para a dengue até o ano que vem, mas diz que as ações contra o mosquito precisam continuar com a população combatendo possíveis criadouros dentro de casa.

Folha – Por que o recrudescimento da dengue neste ano?

Ricardo Lourenço – Os motivos ainda não estão claros e desconheço alguma pesquisa comparando dados de longo prazo, nas mesmas áreas, que mostre as razões. Dengue envolve três fatores: o comportamento do mosquito, o ambiente e a população.

Quando há alterações em um desses pontos, em quantidade ou qualidade, como o tipo de vírus em atuação e o total de pessoas em uma área que nunca enfrentou dengue, por exemplo, gera-se uma epidemia. Por isso, controlar o mosquito e reduzir sua ocorrência é tão importante porque desfavorece os elementos que potencializam a doença.

Há mais ocorrências de algum tipo específico do vírus?

A circulação do tipo 1 no Brasil acontece desde a década de 1980. Então, houve um percentual grande de pessoas imunizadas em algumas áreas para esse tipo.

Mas acontece que existe, ao longo dos anos, mudanças de população nas cidades. Ela cresce, desloca-se, recebe imigrantes. Isso gera uma quantidade maior de pessoas sem imunidade e aumenta-se a chance de circulação do vírus novamente. Desde 2008, constata-se a reentrada do tipo 1 em vários locais onde ele já havia feito estragos no passado. O tipo 4, entrou no Brasil, em uma epidemia isolada ocorrida em Roraima e, depois, sumiu. Reapareceu, em 2011. De lá para cá, ele tem varrido o país, que é praticamente todo suscetível a ele.

Existe relação entre a crise da água que vive São Paulo e a proliferação de casos?

Não há nada que comprove isso. O Brasil tem muitas áreas que não têm fornecimento regular de água e que as pessoas fazem armazenamento em casa. Nem por isso, elas tiveram epidemias.

Água não significa aumento de foco. É necessário uma análise mais profunda. É possível que haja 300 casas com recipientes com água e nenhuma larva e uma casa com piscina descuidada onde se encontram vários focos. A mensagem que é preciso frisar é: cuide da sua casa, evite os focos. Não há problema nem é crime guardar água, mas evitando que o mosquito tenha contato com ela.

O comportamento do clima tem peso na proliferação?

Ao longo dos anos, tivemos alterações de períodos mais secos, mais quentes e chuvosos como está sendo este ano, mas dizer que, agora, isso está causando algo inédito é difícil. O que se sabe é que, quando a temperatura média semanal é elevada, ultrapassando os 22°C, aumenta-se o risco de transmissão de dengue, em qualquer época do ano, porque a multiplicação do mosquito fica mais rápida e ele consegue passar o vírus em menos tempo.

A vacina chega em 2016?

A expectativa é muito boa. Há várias sendo testadas e com respostas ótimas, mas o desafio é enorme porque ela terá de ser eficiente contra os quatro sorotipos. Existem dificuldades para o tipo 2, mas estamos bem. Porém, não dá para apostar numa só forma de profilaxia e controle. É bom esperar a vacina, mas é necessário nunca deixar de cuidar da proliferação do mosquito, que pode transmitir a febre amarela e chikungunya.

O mosquito está mais resistente que no passado?

Só em epidemias muito importantes hoje recomenda-se o uso de aspersão de inseticida, porque o Aedes aegypti está mais forte aos nossos arsenais em alguns locais do país. O que se deve fazer com intensidade é o trabalho de base, que é debelar os focos em casa, ajudar a combater o mosquito na vizinhança e cobrar que o poder público faça seu papel na limpeza urbana.

Fonte: Folha

20 jan 2015

Especialistas dão dicas para evitar e combater pragas dentro de casa

Série ‘Caçadores de pragas’ estreou nesta segunda-feira (13) no Bem Estar.
É importante deixar o lixo e o ralo fechados e manter a pia da cozinha seca.

Quando chega o verão e as chuvas, começa também a temporada de pragas, que podem ser uma grande ameaça para a saúde.

Apesar de parecerem inofensivos, esses pequenos insetos carregam vírus e bactérias e, por isso, podem ser transmissores de doenças graves, como explicou o infectologista Caio Rosenthal no Bem Estar desta segunda-feira (13).

Porém, para entrarem dentro da casa das pessoas, eles precisam de água, abrigo e alimento – por isso, é bom manter o ambiente protegido e blindado contra esse problema, adotando hábitos simples, como recomendaram o engenheiro agrônomo Luis Fernando Macul e o biólogo Fernando Bernardini.

Segundo os especialistas, uma das medidas mais importantes de combate a essas pragas é em relação ao lixo – moscas, formigas, baratas e até roedores são atraídos pelo lixo exposto. Por isso, dentro de casa, é importante ter boas lixeiras de plástico e deixá-las sempre fechadas. Já fora da casa, é melhor usar as caixas de lixo altas, que dificultam o acesso de animais pequenos, como cachorros, gatos e ratos, que podem abrir o lixo e deixá-lo exposto aos insetos.

Na cozinha, o principal cuidado é com a pia – pesquisas mostram que as casas de pessoas que secam as pias depois de usá-las têm menos chances de ter uma infestação de insetos.

Portanto, a dica dos especialistas é, após lavar a louça, jogar água fervente na pia para matar as bactérias e depois secá-la com um pano, para afastar as pragas. Fora isso, é bom evitar que alimentos fiquem na pia de um dia para o outro.

Em relação aos ralos, os especialistas lembram que eles são a conexão do esgoto com a parte de dentro da casa, ou seja, podem ser a porta de entrada para as pragas. Por isso, é essencial que eles tenham sempre o dispositivo para deixá-los fechados. Podem ser usados ainda tapetes de plástico ou capinhas plásticas, que também funcionam como uma barreira.

 Além dessas medidas preventivas, existe ainda uma arma infalível no combate às pragas: o aspirador de pó.

Muita gente já tem esse aparelho em casa, mas não usa como deveria – ele é capaz de sugar restos de comida, insetos e sujeiras que nem estão visíveis, como por exemplo, os percevejos de cama que se localizam geralmente debaixo do lençol e nas dobras do colchão.

Se a ideia, no entanto, for usar o aspirador para “varrer” pragas vivas, como formigas e baratas, a sugestão dos especialistas é colocar inseticida em pó dentro do saco do aparelho antes de usar.

Como combater mosquitos?
Na primeira reportagem da série, os caçadores de pragas foram até a casa da arquiteta Gisele Nagahama, em São Paulo, para ajudá-la a acabar com os pernilongos.

Apesar de morar em uma cidade grande, a telespectadora vive também perto do rio Pinheiros e de uma mata e, mesmo com as janelas fechadas, luta todos os dias para eliminar os mosquitos.

Depois de usar o repelente de tomada por muito tempo, os produtos passaram a não fazer mais efeito – isso acontece porque o uso excessivo do mesmo grupo químico de inseticidas torna o inseto mais tolerante e resistente, diminuindo a eficácia da proteção. Por isso, a dica é variar as armas de combate – colocar telas e fechar as janelas no fim da tarde são medidas que ajudam bastante, como mostraram os especialistas. Além disso, o uso de ventiladores e até do ar-condicionado também pode espantar os mosquitos, que não gostam de ficar em locais de temperatura baixa.

Outro fator que pode atrair os pernilongos é a água parada – a dica, portanto, é colocar areia no vaso para absorver o líquido e evitar que o mosquito pouse.

Se mesmo assim o problema persistir, a dica do infectologista Caio Rosenthal é o repelente – mas o médico alerta que,  antes de aplicar no corpo todo, é preciso fazer um teste em uma pequena área da pele para avaliar se não há reação alérgica.

Para quem tem alergia a picada de pernilongo, principalmente as crianças, a dica é optar por um antialérgico. Pode acontecer ainda de a pessoa coçar a região que foi picada, o que traz riscos de infecção por causa das bactérias escondidas debaixo das unhas. Portanto, é bom evitar coçar a pele e usar sempre álcool gel nas mãos.

Fonte: G1 / Bem Estar

16 jan 2015

Unidades de saúde ficam fechadas para dedetização em Goiânia

Previsão é que atendimento volte às 19h de domingo (16), diz secretaria.
Pacientes reclamam que não foram avisados sobre fechamento.

Quatro unidades de saúde de Goiânia ficam fechadas neste final de semana para dedetização. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a previsão é de que o atendimento nos Centros de Atenção Integrada à Saúde (Cais) nos bairros Goiá, Jardim Curitiba e Amendoeiras, além do Centro de Referência em Ortopedia e Fisioterapia (Crof), volte ao normal até as 19h deste domingo (16).

No sábado (15), muitos pacientes se revoltaram porque não foram avisados sobre o fechamento das unidades. A auxiliar de serviços gerais Márcia Barbosa viajou com a filha de Abadia de Goiás, a 20 km da capital, até o Crof, mas se deparou com as portas fechadas. “O braço dela está trincado, ela caiu e quebrou. Agora a gente [tem que] vir de longe e ainda descolar daqui para ir para outro lugar”, reclamou.

Situação semelhante aconteceu com a dona de casa Viviane Rodrigues. Ela buscava ajuda para a filha, que se machucou enquanto brincava na piscina, mas só ao chegar no local recebeu a informação de que não havia atendimento. “Nós viemos aqui direto porque aqui é referência. Como que está fechado?”, questionou. Outros pacientes reclamam que estavam em outros Cais onde foram indicados, pelos próprios funcionários, a buscarem atendimento em unidades que depois descobriram estar fechadas.

Em nota, a Secretaria de Saúde disse que informou toda a imprensa, publicou o aviso no site e comunicou o Conselho Regional de Medicina (Cremego) sobre o fechamento das unidades neste final de semana. O órgão disse ainda que os diretores estão nas unidades fechadas remanejando os pacientes desavisados.

Já ns Cais que seguem abertos ganharam reforços de médicos para atender a demanda. No caso de urgências em ortopedia o atendimento acontece no Cais do Setor Campinas.

Fonte: G1

16 jan 2015

Dedetização faz prédio ser esvaziado no Centro de Porto Alegre

Frequentadores reclamaram de cheiro de gás e acionaram bombeiros.
Corporação chegou a isolar a área, mas descartou riscos; ninguém se feriu.

Um prédio comercial precisou ser esvaziado na noite desta quinta-feira (11) no Centro de Porto Alegre. Frequentadores reclamaram de um forte cheiro de gás, mas o Corpo de Bombeiros constatou que tratava-se de uma dedetização em uma das lojas. Ninguém ficou ferido.

O edifício, com cerca de 15 andares, fica na Praça XX de Novembro. Segundo o porteiro, Carlos Roberto Machado Cesar, o cheiro de gás foi sentido no primeiro andar. Ocupantes reclamaram e logo em seguida foram orientados a deixar o prédio.

Por precaução, o porteiro resolveu acionar os bombeiros, que fizeram uma rápida vistoria até localizar o problema. O cheiro saia do depósito de uma loja, que passava por dedetização. O proprietário chegou a fixar um cartaz avisando sob o procedimento.

“Quando abri a porta corta-fogo, o cheiro estava muito forte. Deu uma tonteira, mas estou bem. Foi só um susto”, relatou o porteiro.

Os bombeiros confirmaram que a dedetização não oferecia riscos para a segurança e os frequentadores puderam retornar para o prédio em seguida. O edifício abriga várias empresas e uma faculdade. Ninguém precisou receber atendimento médico, segundo a corporação.

Fonte: G1

23 out 2014

Calor intenso propicia a proliferação de pragas urbanas como moscas, pernilongos, ratos e escorpiões

O forte calor acende o sinal de alerta em relação a pragas urbanas como escorpiões, moscas e ratos. Com as altas temperaturas, alguns desses animais se reproduzem mais rapidamente, resultando em uma explosão populacional. Não raramente, buscam locais mais arejados, inclusive o interior das residências.Medo, aflição, repugnância são sentimentos comuns ao se deparar com esses bichos, alguns deles peçonhentos. Os escorpiões, uma das pragas mais comuns e perigosas, fizeram 466 vítimas em Belo Horizonte neste ano. Somente neste mês, o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS) atendeu 55 pessoas picadas.Outro sinal de que a situação é crítica é o aumento da procura por dedetizadoras. O setor registra um acréscimo de 20% na demanda.

Se a situação está ruim agora, a tendência é piorar com a chegada das chuvas. A água alaga os abrigos de insetos, aracnídeos e roedores, que procuram lugares secos. O clima quente e úmido também acelera ainda mais a reprodução de algumas espécies.

“A partir de outubro, começa a época crítica em relação ao aparecimento de pragas. Isso porque, quando está mais quente, elas acabam saindo dos abrigos. Assim que as chuvas chegarem, a situação irá se agravar ainda mais, já que a reprodução será intensificada”, explica a bióloga da Associação Mineira de Empresas Controladoras de Pragas (Minas Prag), Mariana Capistrano Cunha.

Dedetizar o imóvel periodicamente ajuda, porém, nada disso tem efetividade se cuidados básicos não forem tomados, como manter alimentos acondicionados em recipientes com tampa, evitar acúmulo de lixo e entulho e não deixar água parada.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a Gerência de Controle de Zoonoses atua com medidas permanentes de prevenção. Em casos extremos (surgimento de escorpiões, por exemplo), a prefeitura presta orientações pelo telefone 156. “À medida que recebemos os chamados, uma equipe vai ao local, vistoria a residência e dá as recomendações necessárias para aquela situação”, afirma a gerente de Controle de Zoonoses, Silvana Pecles Brandão.

Moradora do bairro São Luis, na Pampulha, Juliana Renault Vaz investe em prevenção para controlar pragas. Além de adotar medidas simples, como manter o quintal limpo, ela não abre mão da dedetização contra pernilongos a cada 30 dias. A cada seis meses, Juliana faz o controle de ratos e baratas.

“Tenho um quintal grande. Por isso, todo cuidado é pouco. Estou com um problema grave com ratos. Semana passada, também havia muitos pernilongos. Só reduziu porque realizei a dedetização”.

Médica orienta o que fazer em caso de picada

Picadas de escorpião e aranha podem evoluir para casos graves. Médica toxicologista do Hospital João XXIII, Luciana Reis da Silveira alerta para as complicações, principalmente em crianças e idosos. Os sintomas incluem formigamento, dor, suor e irritação no local da picada, mas também podem ocorrer alterações cardíacas e vômito.

A médica orienta lavar a área ferida com água e sabão e procurar uma unidade de saúde. Se for possível, capturar o animal e levá-lo (em um pote de vidro, por exemplo) para o local de atendimento. A identificação poderá contribuir com a agilidade no tratamento. Nos casos mais graves, pode-se acionar o Samu, pelo telefone 192.

“A pessoa não deve fazer torniquete, pois isso só agrava o edema. Também não é recomendado tomar remédios antes de consultar o médico”, afirma Luciana.

Dúvidas sobre intoxicação por picadas e produtos podem ser esclarecidas pelos telefones 0800 722 6001 e (31) 3239-9308.

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/calor-intenso-propicia-a-proliferac-o-de-pragas-urbanas-como-moscas-pernilongos-ratos-e-escorpi-es-1.276075

22 out 2014

Creche no ES fecha por 2 dias por causa de pombos, dizem mães

Crianças e professores apresentam doenças de pele. Prefeitura aplicou produtos que afastam os pombos do telhado.

Uma creche pública que atende crianças de até cinco anos foi interditada por dois dias em Cachoeiro de Itapemirim, região Sul do Espírito Santo, depois que alunos e professoras começaram a apresentar doenças de pele. Os pais acreditam que os problemas são causados pela presença de pombos na área do colégio. A Secretaria de Educação de Cachoeiro informou que não há comprovação da relação entre o problema de pele e a presença dos pombos. As aulas serão repostas em novembro.

A escola Zilma Coelho Pinto fica no bairro Aquidaban e recebeu uma aplicação de produtos que afastam os pombos do telhado. A dedetização começou nesta quarta-feira (15) e terminou na sexta-feira (17). As aulas voltam na segunda-feira (20). Funcionários informaram que o local passa por uma limpeza.

Várias professoras começaram a apresentar manchas vermelhas no corpo e ficaram sem trabalhar, com atestado médico. Os alunos também apresentaram as manchas e as mães ficaram preocupadas. “Meu filho está com uma infecçãozinha de pele que nunca sara, nunca tem fim. Ela termina, depois volta e continua, porque o contato está ali diariamente. Meu filho estuda em tempo integral”, disse uma mãe de aluno.

A auxiliar de serviços gerais Tatiane Andrade é mãe de uma criança de um ano e sete meses, que sofre com as manchas de pele. “Uma gestora me ligou informando que tinha umas pintinhas vermelhas nele igual às que tinham aparecido nas professoras que estavam de atestado, então ela pediu para eu ir lá buscá-lo e levar no médico para ver o que era. Depois, no dia 14, a coordenadora me ligou, porque ele tinha voltado às aulas e as manchas também voltaram. Pediram que eu fosse buscar novamente, porque as professoras estavam de atestado de novo”, disse Tatiane.

Fonte: Globo.com

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