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Entre as doenças infecciosas mais comuns e preocupantes no Brasil está a febre amarela. Essa é uma doença infecciosa cuja a transmissão é feita por mosquitos. Ela possui duas denominações, sendo a febre amarela urbana, que é transmitida pelo Aedes aegypti, também transmissor da dengue e a febre amarela silvestre, transmitida pelo Haemagogus e Sabethe.

A febre amarela recebe esse nome por causa da cor amarelada do corpo, condição chamada de icterícia. Ela também causa hemorragia em diferentes graus, o que a classifica como uma infecção hemorrágica. Comum na América do Sul e na África, o vírus é tropical e é altamente perigoso, assim como a dengue, sem o tratamento ideal ela pode ser fatal.

A febre amarela é mais comum em ambientes próximos de vegetação e apesar de ter menos casos que a dengue por ano, a sua gravidade deixa todos em alerta, principalmente no período de férias.



A febre amarela é uma doença aguda, portanto, seus sintomas aparecem bruscamente. Os sintomas iniciais de quem é infectado pelo vírus da febre amarela são parecidos com os sintomas da gripe e incluem: Dor de cabeça, febre, calafrios, dor muscular, congestão conjuntival e falta de apetite. Esses sintomas aparecem nos casos mais leves e costumam persistir por 2 ou 3 dias, antes de desaparecer.

Porém, nem sempre a doença para por aí. Se a infecção for mais grave, os sintomas podem voltar depois de 2 dias de descanso. Neste momento, a febre amarela já traz sintomas como dor abdominal, diarreia, vômitos com coloração escura, amarelão (icterícia), dor na coluna lombar, prostração, hemorragias (primeiramente perceptíveis na gengiva, nariz e fezes) e retenção de urina.

Por fim, a febre amarela pode causar insuficiência renal e hepática, levando à óbito.



O tratamento da febre amarela tem como objetivo apenas aliviar e controlar os sintomas a fim de evitar as complicações e avanço do quadro. O vírus é eliminado pelo sistema imunológico do corpo, o trabalho do tratamento é garantir que o paciente não fique debilitado demais para se recuperar.

Esse tratamento inclui a administração de soro para evitar a desidratação, prevenir disfunções metabólicas, controle da pressão arterial e, em casos hemorrágicos, a transfusão de sangue.

Assim como em casos de dengue, o paciente que está sendo tratado para a febre amarela deve permanecer em repouso ou internado. Nos casos hemorrágicos é necessário que o atendimento seja feito em Unidade de Terapia Intensiva.



A transmissão da febre amarela é feita através da picada do mosquito Aedes aegypti. Esse é o único mosquito capaz de transmitir a versão urbana do vetor, portanto, a prevenção é o combate aos focos desses mosquitos.

Essa espécie de mosquito procria em ambientes com água limpa e parada, por isso é importante a limpeza do quintal para evitar focos.

Evite o acúmulo de água parada em recipientes destampados, pneus, entulhos ou qualquer outro objeto de risco.


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