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21 set 2015

Calor aumenta infestação de cupins; saiba como proteger sua casa

Os cupins não representam uma ameaça à saúde humana, mas podem colocar a saúde financeira em risco ao danificarem telhados e estruturas de madeira.

O problema fica ainda pior com o começo da primavera e os dias mais quentes, quando os insetos se proliferam. Nessa época, é comum ver “siriris” ou “aleluias” voando ao redor de lâmpadas. São machos em busca de novas colônias.

“Cupins são problema em qualquer cidade”, afirma João Justi, biólogo do Instituto Biológico do Estado de São Paulo. Na capital paulista, as espécies mais comuns são a Coptotermes gestroi, chamada de cupim subterrâneo, e a Cryptotermes brevis, conhecida como cupim de madeira seca.

Justi explica que a infestação desses insetos em árvores e edificações é grave por causa da natureza dos cupins: eles se escondem da luz, ficando sempre ocultos. Quando o dano se torna perceptível, é porque já atingiu um nível alarmante.

Os cupins não fazem distinção entre construções novas ou antigas. “Casas com um ou dois anos têm a mesma chance de serem infestadas do que as mais velhas”, conta Justi.

Algo que facilita a aproximação desses insetos é o costume de se enterrar restos de madeira e papel durante a construção de uma edificação. “Esse material pode servir de alimento para cupins, o que facilita a infestação do prédio”, alerta o biólogo.

COMO SE PROTEGER

“Uma dica bacana é sempre usar madeira tratada e optar pelos tipos mais resistentes”, conta a designer de interiores Natália Meyer, que também recomenda a instalação de telas nas janelas.

Outra orientação é vistoriar o ambiente em busca de sinais da presença desses insetos, como: acúmulo de fezes, que são grânulos brancos ou escuros, pequenos túneis construídos em locais úmidos e longe da luz e danos em partes escondidas do mobiliário ou da estrutura das construções, como armários embutidos e telhado.

Se os sinais apontarem para infestação de cupins, o Instituto Biológico realiza a identificação da espécie (serviço que custa R$ 45), elabora laudos de infestação e indica o tratamento necessário, a ser feito por empresas especializadas. O valor do laudo de infestação depende do tamanho da área vistoriada.

As amostras de insetos devem ser encaminhadas para o Laboratório de Triagem Vegetal da instituição, na av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1.252, Vila Mariana.

Fonte: Folha de São Paulo

19 ago 2015

É assim que ratos conseguem subir do esgoto até o seu banheiro

Em cidades grandes, nós somos obrigados a conviver com roedores. Em Nova York, estima-se que há dois milhões de ratos. E de acordo com uma estimativa de 2005 do Centro de Controle de Zoonoses, havia 160 milhões de ratos na cidade de São Paulo – cerca de quinze para cada habitante.

E essa convivência nem sempre é pacífica. Pode parecer uma lenda urbana, mas os ratos realmente conseguem nadar a partir do esgoto e chegar a banheiros residenciais. Este vídeo da National Geographic explica como eles conseguem fazer isso.

rato-vaso-sanitario

Primeiro, os ratos são muito bons nadadores: afinal, esta é a espécie que se espalhou a bordo dos navios por séculos. Vasos sanitários não são grande coisa, em comparação, especialmente para animais que podem flutuar na água durante três dias e manter a respiração debaixo d’água por três minutos.

Tubos estreitos também não são um empecilho: as costelas dos ratos são articuladas na coluna, para que elas possam se comprimir e passar por um local apertado. Se a cabeça do rato couber no cano, todo o corpo dele cabe também.

E, claro, a tubulação pode ser complicada de se navegar, mas labirintos são a especialidade de ratos – nós não podemos ganhar.

A cientista veterinária Chelsea Himsworth explica à National Geographic que as ratazanas não existem na natureza selvagem: elas migraram nos mesmos padrões em que a humanidade se espalhou pelo mundo. “Eles estiveram em contato com os seres humanos por tanto tempo que eles não só vivem com a gente, como dependem de nós quase que inteiramente para obter comida.”

Robert Corrigan, um estudioso de roedores, diz à NatGeo que é preciso eliminar a fonte de alimento para se livrar dos ratos: “se não tiverem comida e água, eles entram em uma espécie de ‘modo louco’”, por terem uma tolerância muito baixa à fome.

No entanto, os ratos podem até mesmo sobreviver com os alimentos não-digeridos que deixamos para trás. “Isso é repulsivo para os seres humanos, mas é chamado de coprofagia, e explica em parte porque ratos são tão bem-sucedidos”, diz Corrigan. Nós realmente não podemos vencê-los.

Fonte: Gizmodo

08 Maio 2015

Só vacina poderá controlar a dengue, diz secretário de Saúde de SP

Em meio a uma das maiores epidemias de dengue já registradas em São Paulo, o secretário de Estado da Saúde, o infectologista David Uip, nega falhas na prevenção e diz que o controle da doença só ocorrerá quando o país tiver uma vacina.

Segundo Uip, após um período de pico, o Estado vive a primeira redução no número de casos. Dados que serão divulgados nesta sexta (8) apontam 31.053 confirmações da doença em abril, uma queda de 74% em relação a março, quando houve 119.052.

Do início do ano até agora, são 261.453 confirmações da doença, de acordo com a pasta -já o Ministério da Saúde aponta, até o dia 18 de abril, 402 mil notificações (quando os casos, embora sem exames, são classificados por critérios clínico-epidemiológicos) e 169 mortes. Leia trechos da entrevista.

Folha – O que pode explicar essa primeira queda nos casos?

David Uip – O clima, que realmente mudou, e ações mais fortes dos municípios. Também começamos a ter um esgotamento da epidemia nas cidades pequenas, porque a população acaba ficando imune, um raciocínio que não serve para cidades médias e grandes.

Existe o risco de nova alta?

Vemos que os casos vêm caindo onde a epidemia foi mais prevalente, como Catanduva e Sorocaba. E onde ainda temos problemas é em São Paulo, na Baixada, que ainda deve atingir o pico, e Vale do Paraíba e da Ribeira. São pontos mais críticos.

Por que as cidades paulistas foram tão atingidas neste ano?

A pandemia dos últimos anos poupou São Paulo. O mosquito entrou para valer no Estado de cinco anos para cá. O vírus que mais está circulando é o tipo 1, ao qual boa parte da população nunca havia sido exposta. Para controlar uma epidemia, dois fatores são fundamentais: vacina e tratamento do agente causador. No caso da dengue, não se tem vacina nem remédio para tratar o vírus, que fica no sangue por mais tempo. Com isso, o mosquito tem mais chance de ser contaminado, para depois infectar o ser humano. Dependemos de política pública e envolvimento da população.

Podemos dizer que dengue é uma doença negligenciada, já que não tem medicamentos?

O país tem muitas doenças negligenciadas. E talvez nós tenhamos perdido a oportunidade de erradicar a dengue. Faltaram recursos, isso eu ouvi do Adib Jatene [ex-ministro da Saúde que morreu em 2014] muitos anos atrás. Hoje, para erradicar, é muito difícil, atinge 70 países.

Caso a Anvisa acelere a pesquisa da vacina em testes do Butantan, isso pode ter resultados já neste ano no Estado?

Agora, não. Na melhor das hipóteses, em 2016.

Houve falha na prevenção?

Os municípios trabalharam muito. Mas às vezes você faz tudo que pode e não é suficiente. Tivemos uma reunião sobre isso. Temos que avaliar o que está acontecendo e ter propostas para melhorar. Não dá para ficar satisfeito quando se tem epidemia e mortes. Muitas vezes não é questão de deixar de fazer, é não conseguir. Uma coisa é informar, outra é mudar hábitos.

Em novembro, o senhor disse que era preciso menos preocupação com ebola e mais com dengue. O Estado já sabia do risco de epidemia?

Naquela época, chamei todos os prefeitos e secretários de Saúde para alertar sobre essa possibilidade.

É possível controlar a dengue?

Não. O controle da dengue só virá com vacina.

Fonte: Folha de São Paulo

08 Maio 2015

Secretaria municipal afirma que São Paulo vive epidemia de dengue

Taxa de incidência chegou a 340,1 casos por 100 mil habitantes.
‘Na média, município está numa situação epidêmica’, diz secretário.

A Prefeitura de São Paulo diz ter registrado 38.927 casos confirmados de dengue nas 16 primeiras semanas do ano. O número é 2,7 vezes maior que o mesmo período de 2014, quando a cidade computou 14.219 casos. Até agora, a Secretaria Municipal da Saúde confirmou oito mortes decorrentes da doença. Outros 25 óbitos são investigados.

Com os 38.927 casos registrados, a taxa de incidência chegou a 340,1 casos por 100 mil habitantes, patamar considerado epidêmico. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é considerada epidemia quando os casos passam de 300 por 100 mil.

“Na média, o município está em uma situação epidêmica”, afirmou o secretário-adjunto de Saúde, Paulo Puccini.

Ele, porém, ressaltou que não há motivo para pânico. “A média é uma medida burra quando eu tenho distribuições irregulares, diferenças muito grandes no município”, afirmou. Para o secretário, bairros com altíssimas taxas de incidência, como Pari (1.482,5 casos por 100 mil habitantes) e Brasilândia (1.879,9) puxaram a média para cima.

Dos 96 distritos da cidade, 31 enfrentam epidemia da doença, sendo a maioria na Zona Norte (38,7%).

O bairro com mais casos é Brasilândia, que registrou 5.076. Também estão em situação de epidemia Pari, Raposo Tavares, Pirituba, Freguesia do Ó, Jaraguá, Cidade Ademar, Cachoeirinha, Rio Pequeno, Perus, Limão, Parque do Carmo, Casa Verde, Pedreira, Vila Maria, Itaquera, Jardim Ângela, São Miguel, Ermelino Matarazzo, Mooca, Penha, Aricanduva, Jabaquara, Vila Medeiros, Vila Prudente, Jaçanã, Capão Redondo, Cangaíba, Bom Retiro, Vila Formosa e Lapa.

Segundo o secretário-adjunto, apesar do elevado número de casos, a tendência é de estabilização. Ele apontou a constante queda nos registros entre a 12ª semana do ano (quando foram notificados 5.953) e a 14ª (4.277). “Estabilizamos os o processo de crescimento da dengue.”

Mortes
Até agora a capital registrou oito mortes causadas pela doença neste ano. A primeira ocorreu em 26 de janeiro: uma mulher de 84 anos que morava em Brasilândia. Ela era hipertensa.

O segundo óbito ocorreu em 9 de março, no Jardim Ângela. A vítima foi um menino de 11 anos que sofria de aplasia medular e anemia. Em 10 de março morreu um homem de 52 anos, morador da Vila Medeiros, que era hipertenso e fumante. A quarta morte ocorreu em 18 de março, no bairro Lajeado: uma jovem de 27 anos  que não tinha nenhuma doença preexistente.

A quinta vítima foi uma idosa de 92 anos que vivia no Jaraguá. Sua morte ocorreu em 24 de março. No dia 31 de março, uma mulher de 41 anos, que morava no Grajaú, foi vítima da dengue. Ela não tinha outras doenças.

Em 7 de abril, uma jovem moradora de Cidade Líder de 25 anos, também fora do grupo de risco, morreu. Segundo o secretário-adjunto, a vítima demorou para procurar ajuda. “Os dez primeiros dias da dengue são os mais críticos”, afirmou. A última vítima foi uma mulher de 64 anos, moradora de Cangaíba, que havia sofrido um derrame cerebral e que tinha crises convulsivas.

Exército
Um grupo de 50 homens do Exército passou a integrar equipes de combate à dengue em São Paulo no fim de abril. Os soldados iniciaram os trabalhos no bairro do Limão, na Zona Norte.

Eles fazem duplas com agentes de saúde de manhã e à tarde para facilitar a entrada das equipes em imóveis que podem ter focos do mosquito transmissor da doença.

A Prefeitura pediu apoio do Exército porque uma das dificuldades que os agentes de saúde encontram nas ruas é a resistência dos moradores. Na capital, de cada dez casas visitadas, em duas os agentes não recebem autorização para entrar.

Por enquanto, todos os homens do Exército vão trabalhar na Zona Norte que é a região em situação mais crítica.

Fonte: G1

20 mar 2015

Motivos da epidemia de dengue ainda não estão claros, afirma especialista

Um dos principais estudiosos sobre dengue do país, o pesquisador Ricardo Lourenço, do Instituto Oswaldo Cruz, avalia que não há ainda nenhum dado ou pesquisa que mostre relação entre a crise hídrica e o avanço da doença.

Pós-doutor em entomologia (estudo de insetos) pelo Institut Pasteur, de Paris, Lourenço é otimista em relação ao surgimento de uma vacina para a dengue até o ano que vem, mas diz que as ações contra o mosquito precisam continuar com a população combatendo possíveis criadouros dentro de casa.

Folha – Por que o recrudescimento da dengue neste ano?

Ricardo Lourenço – Os motivos ainda não estão claros e desconheço alguma pesquisa comparando dados de longo prazo, nas mesmas áreas, que mostre as razões. Dengue envolve três fatores: o comportamento do mosquito, o ambiente e a população.

Quando há alterações em um desses pontos, em quantidade ou qualidade, como o tipo de vírus em atuação e o total de pessoas em uma área que nunca enfrentou dengue, por exemplo, gera-se uma epidemia. Por isso, controlar o mosquito e reduzir sua ocorrência é tão importante porque desfavorece os elementos que potencializam a doença.

Há mais ocorrências de algum tipo específico do vírus?

A circulação do tipo 1 no Brasil acontece desde a década de 1980. Então, houve um percentual grande de pessoas imunizadas em algumas áreas para esse tipo.

Mas acontece que existe, ao longo dos anos, mudanças de população nas cidades. Ela cresce, desloca-se, recebe imigrantes. Isso gera uma quantidade maior de pessoas sem imunidade e aumenta-se a chance de circulação do vírus novamente. Desde 2008, constata-se a reentrada do tipo 1 em vários locais onde ele já havia feito estragos no passado. O tipo 4, entrou no Brasil, em uma epidemia isolada ocorrida em Roraima e, depois, sumiu. Reapareceu, em 2011. De lá para cá, ele tem varrido o país, que é praticamente todo suscetível a ele.

Existe relação entre a crise da água que vive São Paulo e a proliferação de casos?

Não há nada que comprove isso. O Brasil tem muitas áreas que não têm fornecimento regular de água e que as pessoas fazem armazenamento em casa. Nem por isso, elas tiveram epidemias.

Água não significa aumento de foco. É necessário uma análise mais profunda. É possível que haja 300 casas com recipientes com água e nenhuma larva e uma casa com piscina descuidada onde se encontram vários focos. A mensagem que é preciso frisar é: cuide da sua casa, evite os focos. Não há problema nem é crime guardar água, mas evitando que o mosquito tenha contato com ela.

O comportamento do clima tem peso na proliferação?

Ao longo dos anos, tivemos alterações de períodos mais secos, mais quentes e chuvosos como está sendo este ano, mas dizer que, agora, isso está causando algo inédito é difícil. O que se sabe é que, quando a temperatura média semanal é elevada, ultrapassando os 22°C, aumenta-se o risco de transmissão de dengue, em qualquer época do ano, porque a multiplicação do mosquito fica mais rápida e ele consegue passar o vírus em menos tempo.

A vacina chega em 2016?

A expectativa é muito boa. Há várias sendo testadas e com respostas ótimas, mas o desafio é enorme porque ela terá de ser eficiente contra os quatro sorotipos. Existem dificuldades para o tipo 2, mas estamos bem. Porém, não dá para apostar numa só forma de profilaxia e controle. É bom esperar a vacina, mas é necessário nunca deixar de cuidar da proliferação do mosquito, que pode transmitir a febre amarela e chikungunya.

O mosquito está mais resistente que no passado?

Só em epidemias muito importantes hoje recomenda-se o uso de aspersão de inseticida, porque o Aedes aegypti está mais forte aos nossos arsenais em alguns locais do país. O que se deve fazer com intensidade é o trabalho de base, que é debelar os focos em casa, ajudar a combater o mosquito na vizinhança e cobrar que o poder público faça seu papel na limpeza urbana.

Fonte: Folha

12 fev 2015

A dedetização pode matar as plantas?

Na hora da dedetização surgem diversas dúvidas em nossa cabeça: O que fazer? Preciso sair de casa? São várias mesmo, tanto que temos um artigo sobre estas dúvidas: Como preparar a casa para dedetização?

Mas, além de todas as perguntas já respondidas, existe uma que perturba boa parte dos contratantes do serviço:

A dedetização tem risco de matar as minhas plantas?

A resposta é simples: a dedetização tradicional funciona com a pulverização do veneno pelo ambiente e este método pode, sim, trazer riscos às plantas da casa. É preciso tomar alguns cuidados para que o veneno mate apenas as pragas, e não as plantas.

O ideal para preservá-las é retirar todas as plantas de casa antes da dedetização. Dessa forma, elas não serão pulverizadas pelo veneno e não correm risco de morrer.

Algumas espécies fortes são mais resistentes, como as famosas comigo ninguém pode, mas coloque todas as plantas de volta ao ambiente 24h após a dedetização para não haver riscos. Este é o melhor método para evitar a morte das plantas com a pulverização.

Outra coisa importante de lembrar é que os venenos químicos para controle de insetos e pragas não devem ser aplicados por pessoas sem capacitação. Alguns riscos, como excesso de pulverização, podem matar as plantas e oferecer danos aos moradores mesmo um dia após o processo.

Apesar destes riscos nas formas de pulverizar o inseticida, existem novas técnicas de dedetização no mercado que não trazem danos às plantas e nem precisam esvaziar o imóvel para a aplicação.

Dedetização em gel ou granulado

A dedetização em gel e com granulado já está disponível no mercado brasileiro há mais de uma década, mas ainda é desconhecida pela maior parte da população.

São muitas as vantagens destes dois novos métodos para o tradicional:

  • Aplicação sem necessidade de esvaziar o imóvel
  • Não traz cheiro
  • Sem riscos à saúde
  • Muito recomendável para a dedetização de restaurantes
  • Ação imediata e duradoura
  • Tem alto poder de atração e extermínio de pragas
  • Aplicação mais segura para os moradores
  • Controle dos insetos em até 48h

A dedetização com gel ou granulado tem todas estas vantagens por um motivo bem simples:

Ao contrário da pulverização, ela aplica o inseticida nos locais com concentração de pragas. É uma aplicação estratégica, não generalizada.

Qual o melhor método?

Com todas essas vantagens dos novos métodos de dedetização, eles são bem melhores que o primeiro, certo? Errado! Não existe um método melhor ou pior, cada um é eficiente em determinadas situações.

A pulverização do imóvel é mais genérica e serve para controlar todas as pragas que podem invadir a casa. Enquanto, a aplicação de gel ou granulado é para combater algumas espécies específicas com um cerco de veneno.

A melhor pessoa para dizer qual a opção ideal de dedetização para seu imóvel é um profissional. Chame uma empresa especializada para fazer uma avaliação no ambiente. Assim fica mais fácil saber qual o melhor método para a casa.

30 jan 2015

Como se livrar de escorpiões

Os escorpiões são animais peçonhentos que não estão muito presentes nas grandes cidades, mas aterrorizam parte da população urbana e muitos moradores do interior. Apesar das dificuldades para cuidar destas invasões, existem algumas pequenas dicas de como se livrar de escorpiões que explicaremos neste texto.

Antes de tudo, você precisa saber que uma infestação de escorpiões só pode ser resolvida com a dedetização. Todas as outras medidas são úteis quando temos um visitante pontual, mas infestações são mais sérias e precisam dos serviços de um profissional especializado.

Esses animais invadem a residência em busca de um lugar para morar, comer e beber água. O primeiro passo para acabar com essas visitas nada agradáveis é quebrando as condições para que ele viva bem na sua casa.

Entulhos e outros materiais espalhados pelo quintal podem ser ótimos esconderijos para eles. O ideal é começar com uma boa limpeza removendo telhas, tijolos e entulhos da residência. Alguns brinquedos de crianças também são lares para escorpiões. Portanto, muito cuidado para não deixar seu filho criar um ambiente seguro para estes animais e colocar a vida das crianças em risco.

Essa primeira atitude de faxina faz com que esses bichos peçonhentos não tenham onde se esconder e fiquem bem visíveis caso invadam sua casa. O próximo passo, está na limpeza das suas fontes de alimento e água.

Os restos de água que ficam acumulados entre os pisos, nas beiradas do armário e, até mesmo, em cima da pia são bebedouros para os escorpiões. Uma das formas de como se livrar dos escorpiões é mantendo a casa bem seca e sem espaços úmidos. Dessa forma, ele não tem a água que precisa para viver.

Mas não é só a água que eles buscam nas casas. O escorpião entra nos imóveis em busca de comida também. Esse alimento pode ser desde migalhas e pacotes abertos que estão na sua casa, até pequenos insetos e baratas.

Feche muito bem todas as embalagens de comida e evite deixar migalhas em cima da mesa, balcão, pia etc. Elas atraem animais peçonhentos como o escorpião e outros tipos de pragas urbanas.

Outra forma de evitar a vivência destes animais é realizar um grande controle das baratas, caso tenham muitas na região onde você mora. Este controle de baratas e pequenos insetos faz com que eles não tenham comida.

Quem mora em regiões rurais ou têm um quintal grande pode criar galinhas para ajudar. Elas se alimentam de tudo que veem pelo chão, inclusive insetos, e não deixam criar as condições para a sobrevivência do escorpião. É uma forma bem simples e direta para conter a invasão de escorpiões.

Apesar de ser bom controlar os insetos, é preciso tomar cuidado com certas pragas que ajudam no controle e caça dos escorpiões. Algumas espécies de aranha venenosas se alimentam destes animais peçonhentos. Não matar as aranhas que aparecem pela sua casa ajuda na hora de se livrar dos escorpiões.

Como evitar escorpiões?

Além das dicas que já demos acima, que também servem para evitar o acesso de escorpiões à casa, você pode tomar algumas medidas que dificultarão a entrada destes bichos.

Os ralos desativados, por exemplo, são ótimas portas de entrada para os escorpiões. O ideal é fechar todos estes ralos ou colocar um peso em cima caso não tenham tampa. Esse ambiente cheio de água e bem fechado é um esconderijo para eles.

As rachaduras e buracos nas paredes, móveis e outras estruturas também facilitam o acesso dos animais, além de serem porta de entrada para infestações de cupins. Procure todos esses pequenos buracos e tampe-os para evitar que os escorpiões entrem através deles.

Mas, se mesmo com todas essas dicas, você não conseguir achar um jeito de como se livrar dos escorpiões, o ideal é chamar uma dedetizadora que controlará na base do inseticida. Em muitos casos, esta é a única solução.

E não se esqueça: Para se livrar definitivamente de escorpiões e de outras pragas urbanas, conte com a Dedetizadora.

20 jan 2015

Especialistas dão dicas para evitar e combater pragas dentro de casa

Série ‘Caçadores de pragas’ estreou nesta segunda-feira (13) no Bem Estar.
É importante deixar o lixo e o ralo fechados e manter a pia da cozinha seca.

Quando chega o verão e as chuvas, começa também a temporada de pragas, que podem ser uma grande ameaça para a saúde.

Apesar de parecerem inofensivos, esses pequenos insetos carregam vírus e bactérias e, por isso, podem ser transmissores de doenças graves, como explicou o infectologista Caio Rosenthal no Bem Estar desta segunda-feira (13).

Porém, para entrarem dentro da casa das pessoas, eles precisam de água, abrigo e alimento – por isso, é bom manter o ambiente protegido e blindado contra esse problema, adotando hábitos simples, como recomendaram o engenheiro agrônomo Luis Fernando Macul e o biólogo Fernando Bernardini.

Segundo os especialistas, uma das medidas mais importantes de combate a essas pragas é em relação ao lixo – moscas, formigas, baratas e até roedores são atraídos pelo lixo exposto. Por isso, dentro de casa, é importante ter boas lixeiras de plástico e deixá-las sempre fechadas. Já fora da casa, é melhor usar as caixas de lixo altas, que dificultam o acesso de animais pequenos, como cachorros, gatos e ratos, que podem abrir o lixo e deixá-lo exposto aos insetos.

Na cozinha, o principal cuidado é com a pia – pesquisas mostram que as casas de pessoas que secam as pias depois de usá-las têm menos chances de ter uma infestação de insetos.

Portanto, a dica dos especialistas é, após lavar a louça, jogar água fervente na pia para matar as bactérias e depois secá-la com um pano, para afastar as pragas. Fora isso, é bom evitar que alimentos fiquem na pia de um dia para o outro.

Em relação aos ralos, os especialistas lembram que eles são a conexão do esgoto com a parte de dentro da casa, ou seja, podem ser a porta de entrada para as pragas. Por isso, é essencial que eles tenham sempre o dispositivo para deixá-los fechados. Podem ser usados ainda tapetes de plástico ou capinhas plásticas, que também funcionam como uma barreira.

 Além dessas medidas preventivas, existe ainda uma arma infalível no combate às pragas: o aspirador de pó.

Muita gente já tem esse aparelho em casa, mas não usa como deveria – ele é capaz de sugar restos de comida, insetos e sujeiras que nem estão visíveis, como por exemplo, os percevejos de cama que se localizam geralmente debaixo do lençol e nas dobras do colchão.

Se a ideia, no entanto, for usar o aspirador para “varrer” pragas vivas, como formigas e baratas, a sugestão dos especialistas é colocar inseticida em pó dentro do saco do aparelho antes de usar.

Como combater mosquitos?
Na primeira reportagem da série, os caçadores de pragas foram até a casa da arquiteta Gisele Nagahama, em São Paulo, para ajudá-la a acabar com os pernilongos.

Apesar de morar em uma cidade grande, a telespectadora vive também perto do rio Pinheiros e de uma mata e, mesmo com as janelas fechadas, luta todos os dias para eliminar os mosquitos.

Depois de usar o repelente de tomada por muito tempo, os produtos passaram a não fazer mais efeito – isso acontece porque o uso excessivo do mesmo grupo químico de inseticidas torna o inseto mais tolerante e resistente, diminuindo a eficácia da proteção. Por isso, a dica é variar as armas de combate – colocar telas e fechar as janelas no fim da tarde são medidas que ajudam bastante, como mostraram os especialistas. Além disso, o uso de ventiladores e até do ar-condicionado também pode espantar os mosquitos, que não gostam de ficar em locais de temperatura baixa.

Outro fator que pode atrair os pernilongos é a água parada – a dica, portanto, é colocar areia no vaso para absorver o líquido e evitar que o mosquito pouse.

Se mesmo assim o problema persistir, a dica do infectologista Caio Rosenthal é o repelente – mas o médico alerta que,  antes de aplicar no corpo todo, é preciso fazer um teste em uma pequena área da pele para avaliar se não há reação alérgica.

Para quem tem alergia a picada de pernilongo, principalmente as crianças, a dica é optar por um antialérgico. Pode acontecer ainda de a pessoa coçar a região que foi picada, o que traz riscos de infecção por causa das bactérias escondidas debaixo das unhas. Portanto, é bom evitar coçar a pele e usar sempre álcool gel nas mãos.

Fonte: G1 / Bem Estar

16 jan 2015

Infestação de cupins: como identificar e eliminar este problema

Uma ameaça silenciosa que quando você vê já comeu boa parte dos seus móveis e coloca a sua família em risco. A infestação de cupins funciona desta forma, mas, apesar de silenciosa, pode ser notada. Neste artigo, iremos mostrar como evitar os ataques, identificar os ninhos e eliminar o problema.

Prevenção de cupins

A primeira parte que se deve fazer é a prevenção contra essa praga urbana. A forma mais eficaz de todas é o tratamento químico das madeiras. Os produtos funcionam como uma camada protetora e ainda servem de veneno para esses pequenos bichos que desejam comer todas as celuloses da casa. O produto químico funciona por cerca de seis anos, então é bom ficar de olho na manutenção.

Também é importante prestar atenção na qualidade da madeira ao comprar móveis para a casa. As madeiras de mais qualidade são mais resistentes aos cupins. O investimento um pouco maior vale à pena para evitar a entrada de pragas em sua casa.

Os cupins gostam de locais úmidos e próximos do solo. Por esse motivo, é bom evitar usar móveis de madeira em solos não cimentados. Assim, você dificulta o acesso.

Outro ponto que vale ressaltar é: tome cuidado com as madeiras que encostam nos seus móveis. Na mudança ou em alguns outros processos, madeiras com infestação de cupins podem ter contato direto com o móvel. Essa é a forma mais fácil de se instalarem ali.

Como identificar?

As infestações de cupins costumam ser percebidas quando já estão em um estágio entre o médio e avançado. Normalmente, as pragas são identificadas quando o morador nota o granulado característicos desses bichos. Isso, na verdade, são as fezes dos cupins.

Você deve evitar que chegue neste ponto com limpezas rotineiras para identificação e prevenção destes bichos. Uma vez por semestre, tire todos os objetos dos armários, estantes etc. e faça uma grande limpeza preventiva.

Você deve observar outros detalhes durante essa higienização. Busque por ranhuras e rachaduras nos móveis – elas facilitam os acessos dos cupins – e bata em alguns pontos da madeira para ver se está oca.

A comunidade de cupins que costuma se alojar nos móveis tem centenas de membros e pode ser eliminada sem oferecer grandes danos quando detectadas logo no começo. Por isso, é importante fazer essa manutenção e identificação.

Eliminar infestação de cupins

Se você identificou o granulado do cupim ou percebeu que pode ter uma infestação no seu imóvel durante uma higienização de rotina, não se preocupe. Existe solução para este problema.

Um dos maiores mitos que criaram nas grandes cidades brasileiras é que a luta contra os cupins é uma luta perdida. A verdade é que é uma luta perdida para eles. Existem no mercado, inúmeros produtos que combatem essas praga, mas a maioria só pode ser usada por profissionais qualificados.

O primeiro passo a se tomar quando perceber uma infestação de cupins em um de seus móveis é removê-lo da casa e evitar o contato com outros objetos de madeira que possam ser contaminados.

Se for uma madeira estrutural da casa, você precisa substituí-la imediatamente por uma tratada para evitar que a praga se prolifere e cause problemas na estrutura.

Depois disso, o ideal é chamar uma equipe para avaliar a situação e determinar qual o melhor cupinicida que deve ser aplicado no seu lar.

Problema com cupins? Não espere e chame a Dedetizadora.

16 jan 2015

É verdade que se o vizinho dedetizar a casa dele, devo dedetizar a minha, pois os bichos virão para cá?

Não exatamente, mas como diz aquele velho ditado, “É melhor prevenir, do que remediar”. O que acontece é que a dedetização visa alcançar os esconderijos dos insetos, que por instinto de sobrevivência vão migrar para outros lugares mesmo que tontos com o veneno, até finalmente morrerem.

Antigamente os produtos tóxicos utilizados eram tão agressivos que poderiam afetar a saúde por meio de inalação, ingestão e absorção pela pele. Hoje empresas especializadas já optam por métodos mais modernos, que se diferem de acordo com a cada praga, sendo possível realizar a dedetização sem ao menos precisar sair do local.

As vantagens destes métodos modernos é que é possível atender pessoas com alergia a odores, crianças recém nascidas, gestantes, animais domésticos, plantas entre outros benefícios que antes eram incômodos.

No entanto, todo cuidado é pouco quando se trata de dedetizações, principalmente se você possui um animal de estimação próximo ao local. Por possuirem um instinto caçador de insetos, os bichinhos devem manter acompanhamento e movimentação restrita, pois qualquer contato com o veneno pode ser fatal. Ainda que não coloquem na boca, somente o contato da pata sobre veneno, basta para contaminação.

As precauções dos vizinhos da casa dedetizada é praticamente o mesmo: feche os ralos e outros locais que podem sair insetos para evitar que estes insetos envenenados entrem na sua casa e intoxique os animais. Ao se deparar com um deles, recolha-o imediatamente e jogue água no local.

O ideal é que as dedetizações sejam combinadas entre os moradores, para evitar qualquer contratempo. Assim, caso o desconforto com os insetos esteja afetando ambas as partes, é possível solicitar o procedimento em conjunto no mesmo período, eliminando o problema de uma só vez.

Os animais devem ficar longe do alcance de qualquer produto químico, seja ele qual for, por isso, recomenda-se deixá-los em casas de parentes, amigos ou petshops por no mínimo 6 horas.

Para executar este serviço é recomendado solicitar uma equipe qualificada. Não se esqueça de certificar-se de que a empresa dedetizadora possui a documentação exigida pela Anvisa. Siga as orientações a risca de acordo com o método utilizado, bem como a manutenção que dependerá do tipo de área.

Dedetizar a casa sem avisar ninguém pode causar fatalidades à vizinhança, informe-se bem sobre os cuidados e repasse aos moradores antes de mais nada.